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Boletim Imóveis Comerciais – Moema e Campo Belo

Postado por admin em Blog, Boletim | 29/07/2015 | Nenhum comentário em Boletim Imóveis Comerciais – Moema e Campo Belo

 

Em muitas cidades do mundo há grande procura por imóveis comerciais e corporativos nas proximidades dos aeroportos. Em São Paulo, temos o aeroporto de Congonhas, o maior aeroporto doméstico da América Latina, que está localizado numa região “central” do município, mas rodeado principalmente por bairros residenciais de diferentes padrões.

 

A demanda por escritórios na região existe e é crescente, mas a oferta é relativamente baixa e não conta com empreendimentos corporativos de alto padrão. Os bairros de Moema e Campo Belo possuem ótimas infraestruturas e uma grande quantidade de imóveis residenciais de médio e alto padrão, porém o cenário é diferente no estoque comercial.

 

O comportamento do mercado de locações de escritórios é similar nos dois bairros. Fizemos uma comparação dos principais tamanhos de escritórios. Nos imóveis de menor tamanho, salas comerciais, tanto o estoque quanto os valores pedidos são similares. Já para imóveis médios e grandes, vemos claramente que Moema apresenta maiores valores em virtude de possuir melhores e mais modernos edifícios, além de contar com melhor infraestrutura (hotéis, shopping, etc.) e ser um bairro mais comercial.

 
Boletim Escritórios - Moema e Campo Belo - Julho de 2015

 

Em nossa opinião, os valores pedidos ainda estão altos e encontramos unidades fechadas há mais de um ano. A curto prazo os preços devem cair, mas a longo prazo podem subir com a inauguração das linhas de metrô e o monotrilho.

 

Faça download de nosso boletim: Boletim Corporativo – Moema e Campo Belo – Julho de 2015

 

O futuro do mercado de escritórios nas cidades globais

Postado por Danyelle Genestreti em Empreendimentos, Mercado, Negócios, Notícias, Tecnologia | 28/07/2015 | Nenhum comentário em O futuro do mercado de escritórios nas cidades globais

Sonnenuntergang im Husermeer Yokohama

O mercado imobiliário nas cidades globais está passando por um renascimento, e o novo paradigma econômico da criatividade está prestes a estimular a demanda.

 

Na próxima década, as grandes cidades do planeta devem ter mais 1 bilhão de pessoas e, consequentemente, o desenvolvimento de habitações, escritórios, comércio e centros de logística será de extrema importância.

 

O futuro do mercado imobiliário nas cidades globais está sendo moldado pela concentração de pessoal qualificado, pela transformação de antigas áreas industriais em novos distritos que possam unir trabalho, lazer e moradia e, também, por investidores em busca de maiores retornos, com a participação em fundos para ancorar futuros desenvolvimentos urbanos.

 

A força de trabalho nas cidades globais está entre as mais produtivas do mundo, o que faz com que essas cidades tenham desempenho até superior ao dos países onde estão localizadas.

 

Segundo o “Eurostar International Monetary Fund”, em termos de produto interno bruto per capta, a cidade de Nova York supera o dos Estados Unidos em 35,7%, Paris supera o da França em 66,8%, e Londres o da Inglaterra em 72%.

 

O fato de a economia mundial ser conduzida não mais somente por questões econômicas, mas tendo a criatividade como um dos aspectos principais, seguramente fará com que haja adaptações importantes no mercado imobiliário.

 

Novos escritórios com diferentes conformações, onde as tradicionais mesas estarão entremeadas com outros ambientes de trabalho, serão cada vez mais comuns. Localização e acessibilidade também devem receber uma atenção especial, pois a nova geração prefere morar próxima aos centros de negócios e, assim, caminhar para chegar ao trabalho.

 

Embora em 2014 a rentabilidade da locação comercial nas grandes cidades variou de uma taxa anual de, aproximadamente, 4% para cidades como Paris, Tóquio e Londres, para 6% em Xangai e Sidney, em função da nova realidade que se espera para o mercado, segundo a consultoria internacional “Knight Frank”, o preço das locações prime nas cidades globais deve subir quase 16% nos próximos cinco anos.

 

Além disso, os mesmos especialistas entendem que os investimentos devem ter novas fronteiras.

 

Se por um lado as grandes cidades liderarão esse novo ciclo, e os investimentos globais em mercados de escritório devam ser da ordem de 600 bilhões de dólares em 2015, quando haverá uma nova onda de investimentos nos mercado emergentes?

 

África, América do Sul e países em desenvolvimento na Ásia podem não ser tão confortáveis para os investidores devido à flutuação da moeda, à instabilidade política e à pouca transparência no mercado.

 

De qualquer forma, existe a expectativa de os investidores voltarem para os mercados mais maduros da África, como Quênia, África do Sul, Botsuana e Nigéria.

 

Nairóbi, em particular, cresceu rapidamente como um centro regional devido às descobertas de petróleo e desenvolvimento da indústria de telecomunicações. Cidade do Cabo, Johannesburgo e Lagos tornaram-se centros estratégicos no continente.

 

A perspectiva é que em termos de mercado global as mudanças se processem em ritmo acelerado. Um novo mundo tecnológico e um crescente número de jovens com impetuosidade criativa nas cidades globais devem conduzir a um novo paradigma os imóveis comerciais.

 

Os escritórios podem virar fóruns para geração de ideias, o varejo mudar o foco das compras para se tornar um destino com alternativas de lazer, enquanto trabalho e moradia aproximam-se cada vez mais.

 

Este novo cenário oferece grandes oportunidades para investidores e empreendedores. Que eles se prepararem para explorar essas novas tendências de vida urbana em nível global.

 

Fonte: Folha De São Paulo

Colunista: Claudio Bernardes

http://app.folha.uol.com.br/#noticia/577350

Fundos e investidores estrangeiros estão a caça de imóveis com desconto

Postado por admin em Empreendimentos, Finanças, Notícias | 07/02/2015 | Nenhum comentário em Fundos e investidores estrangeiros estão a caça de imóveis com desconto

 

2015 não começou muito bem para o mercado imobiliário. Isso se deve por conta das dificuldades de fechar negócios tanto no segmento de imóveis comerciais como residenciais e, também pelo alto número de unidades em estoque. Porém, para estrangeiros e gestoras de private equity, o cenário não é tão ruim. Eles estão aproveitando o momento de baixa do mercado e buscam adquirir empreendimentos com descontos de até 30%. Os principais alvos são incorporadoras que precisam de caixa e empresas de construção que procuram capital para novos projetos.

 

São Paulo

 

Fora do Brasil, essa estratégia tem o nome de “distressed investment” e, seu principal objetivo é comprar participações em investimentos em baixa para vender em alta e assim obter lucro. O dinheiro vem de estrangeiros já acostumados a identificar boas oportunidades de negócio quando o mercado se encontra desaquecido.

 

No segmento de imóveis residenciais, os investidores procuram empreendimentos já em andamento, em comercialização e em obras avançadas. A estratégia é fugir de atrasos no licenciamento ou possíveis rejeições de compradores pelos bancos após o lançamento.

 

Existem mais oportunidades no segmento de imóveis comerciais, pois foram lançados muitos projetos em São Paulo e no Rio de Janeiro em um momento de desaquecimento. Em São Paulo, a recuperação do setor deve ocorrer por volta de 2017 após a retomada do crescimento da economia brasileira e da absorção do estoque atual de empreendimentos. No Rio, deve demorar mais um pouco por conta de projetos ainda em andamento. A tendência para o crescimento de aquisições no mercado comercial também é motivada pela elevação dos juros que torna a taxa de capitalização mais atrativa.

 

O fim das incertezas do período eleitoral e a valorização do dólar favorecem o retorno dos investidores estrangeiros ao mercado brasileiro.

 

Fonte: Estadão

 

 

 




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