Tag ‘2014’

Mercado de Escritórios em 2014

Postado por admin em Análises, Blog | 06/03/2015 | Nenhum comentário em Mercado de Escritórios em 2014

 

O ano de 2014 fechou com as maiores taxas de vacância e uma leve queda nos preços em relação ao ano anterior. Apesar da crescente absorção líquida, a entrega de novos edifícios foi superior ao montante de espaço locado.

 

 

O momento agora se tornou ideal para fechar negócios, com ótimas oportunidades e preços. O mercado de escritórios corporativos de alto padrão fechou o ano com vacância de em média 19%, quase 5% a mais do que no semestre anterior. Nota-se que regiões mais distantes como Santo Amaro e Alphaville apresentam uma enorme vacância, superior a 30%.

 

Em relação aos preços, os imóveis das classes A+ e A encerraram o ano com uma média de R$117/m². Em relação ao final de 2013, a queda foi de aproximadamente 4%. Os empreendimentos da classe B também tiveram a mesma redução nos preços em relação ao final do ano retrasado e devem continuar nesta tendência já que estão com absorção negativa devido à migração de ocupantes para novos ou melhores edifícios.

 

As regiões da Faria Lima e Itaim continuam mantendo os preços mais altos da cidade, com alguns empreendimentos Triple A acima de R$150/m².

 

Para o Brasil, toda essa mudança teve como início a alta dos espaços vagos. A taxa nacional média de vacância para os empreendimentos classe A teve o aumento de 4,6 pontos percentuais, saindo de 13% no último trimestre de 2013, para 17,8% no mesmo período do ano seguinte. Segundo algumas pesquisas realizadas, nesse mesmo tempo de comparação, o preço estimado de locação pelo metro quadrado caiu aproximadamente 12%.

 

 

Resultado de lançamentos de 2014

Postado por admin em Empreendimentos, Notícias | | Nenhum comentário em Resultado de lançamentos de 2014

 

De acordo com dados da Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio), no ano de 2014 foram lançados em São Paulo 31,7 mil unidades representando queda de 7% em relação ao resultado obtido em 2013. O mês de Novembro apresentou o melhor resultado e somado a Dezembro, correspondem a 34,6% do total lançado durante o ano. Isso acontece porque as incorporadoras aproveitam o 13º salário dos trabalhadores e a necessidade de cumprir metas para lançarem mais unidades nesse período.

 

Construção

 

A zona Oeste foi a região com mais lançamentos, com 26% do total da cidade, seguida pelas zonas Sul, Leste, Centro e Norte. Nas zonas Leste, Norte e Sul, prevaleceram os imóveis de 2 dormitórios. O oposto do Centro e da zona Oeste, em que os imóveis com apenas 1 dormitório tiveram maior participação.

 

Nos últimos 2 anos, imóveis com 2 dormitórios tiveram uma participação estável com 40% da oferta. Foi registrada uma queda na oferta das unidades de 3 e 4 dormitórios de 2013 para 2014. Em contrapartida, os de 1 dormitório obtiveram um aumento de 28% para 34% de um ano para o outro.

 

Até o mês de Setembro de 2014 foram aprovadas, pela Prefeitura de São Paulo, 43,1 mil unidades no acumulado de 12 meses, tendo como principal motivador desse aumento o Plano Diretor Estratégico. Essas aprovações irão abastecer os lançamentos deste ano. Já em 2016, o mercado terá que trabalhar com as aprovações de 2015, obedecendo as regras do Plano Diretor.

 

 

Construções mais incríveis do mundo

Postado por admin em Empreendimentos, Notícias | 08/02/2015 | Nenhum comentário em Construções mais incríveis do mundo

O site de arquitetura ArchDaily divulgou recentemente a lista dos mais incríveis imóveis de 2014. Mais de 3 mil trabalhos foram avaliados e o público votou no seu preferido. Entre os melhores estão duas construções brasileira. Entre no site, veja quais são e confira também as imagens dos outros vencedores.

 

Prêmio Arquitetura

 

Fonte: ArchDaily

 

 

Mercado Comercial – Resultado 1o semestre de 2014

Postado por admin em Análises, Blog, Negócios | 01/10/2014 | Nenhum comentário em Mercado Comercial – Resultado 1o semestre de 2014

 

A característica que prevaleceu nesse primeiro semestre de 2014, foi o processo de migração de empresas. Com a estabilidade ou mesmo uma retração de preços, as empresas aproveitaram para passar por um processo de modernização e transformação. Muitas mudaram de endereço, porém não necessariamente essas migrações significam um aumento de área ocupada, pois na maioria dos casos, os ocupantes estiveram em busca de edifícios modernos com eficiência e status superior à do imóvel antigo. Além disso, estão ocorrendo unificações de operações que estavam separadas em diversos edifícios.

 

Escritório - Mercado

 

A taxa de vacância registrada apresentou uma leve alta em relação ao último trimestre de 2013. Esse aumento e a provável tendência para que continue assim, exercem uma pressão para reajuste negativo de preços de locação. O aumento da devolução de espaços impulsionou a taxa de vacância.

 

Durante o primeiro semestre foram entregues 95 mil m² e são esperados mais de 200 mil ainda para este ano. O percentual da classe A+ diminuiu. O fim do semestre apresentou a menor taxa de absorção líquida e baixo crescimento.

 

Para o segundo semestre, esperamos uma demanda ainda baixa, algumas empresas esperarão os resultados das eleições para decidir qual caminho tomar.

 

 

Copa e o Mercado Imobiliário

Postado por admin em Análises, Blog | 04/06/2014 | Nenhum comentário em Copa e o Mercado Imobiliário

 

Anos atrás, quando a notícia que o Brasil sediaria a Copa do Mundo de 2014, um clima de conquista e progresso tomou conta do país. Algum tempo depois, o governo prometeu uma série de investimentos em obras de infraestrutura, melhorias e geração de empregos. O futuro do país estava nas mãos de um campeonato de futebol.

 

Estádio Copa

 

Afinal, parecia haver a esperança de um real crescimento, motivado não pelos jogos, mas sim pelas vultuosas reformas com seu impacto positivo, principalmente nas cidades-sede, além do legado que o país iria usufruir nos anos seguintes.

 

Teríamos ainda um aumento na oferta de empregos ampliando assim a renda da população. Veríamos ganhos no comércio, turismo e, por que não, no mercado imobiliário.

 

Melhores ruas, avenidas, aeroportos, mais hotéis, segurança, parques, metrô e tudo mais que foi cogitado, certamente geraria uma transformação urbana e uma verdadeira revitalização de alguns bairros. O mercado imobiliário residencial colheria frutos com isto, apresentando valorização fundamentada e ao mesmo tempo novas ofertas de produtos.

 

Já para o mercado comercial, a promessa de negócios durante o evento, nunca fez sentido. As empresas (imprensa, financeiras, transporte, etc.) poderiam ter um pico de negócios, mas de curta duração e não justificando a ampliação definitiva de seus escritórios. Entretanto, a melhora de infraestrutura poderia eliminar um gargalo nacional propiciando crescimento econômico após a Copa.

 

Com o tempo passando e o evento se aproximando, tornou-se claro o distanciamento do plano inicial, o atraso das obras e riscos de termos um evento de grande porte sem a gestão adequada transmitindo uma imagem negativa do Brasil.

 

Agora, nas vésperas do grande evento, não há qualquer indicação de que o mercado imobiliário tenha ganhos. A percepção é que a possibilidade de manifestações, o alto custo turístico, eventuais problemas como trânsito, aeroportos lotados, etc., faça com que muitos adiem suas decisões e até mesmo “fujam” até que tudo se acalme. Isto, causará perdas durante a Copa. Após esta, veremos ainda estádios darem prejuízos e se tornarem eventualmente pontos negativos em algumas regiões.

 

Pelo menos, talvez seja uma lição para os organizadores das Olimpíadas de 2016.

 

Vacância de imóveis comerciais volta ao normal em 2013

Postado por admin em Análises, Blog | 07/03/2014 | Nenhum comentário em Vacância de imóveis comerciais volta ao normal em 2013

 

Com a economia crescendo pouco e com um elevado número de entregas de empreendimentos comerciais, a vacância de escritórios na cidade de São Paulo triplicou em 2013. Apesar deste enorme crescimento, o ano fechou num patamar considerado saudável para o mercado, já que vinha de uma situação na qual a vacância era baixíssima.

 

Edifícios de Escritórios

 

Quando o assunto é escritório comercial, é bom dividi-lo em dois: pequenas salas comerciais e empreendimentos corporativos.

 

O primeiro grupo, produzido por incorporadores e vendido a investidores, muitos deles pessoas físicas, é bastante incerto. A qualidade técnica dos empreendimentos e a localização dos mesmos varia bastante. A super-oferta de quase 7.000 salas novas impacta bastante o mercado, em especial nos novos empreendimentos que podem concentrar dezenas ou até mesmo mais de uma centena de unidades. Acreditamos que a vacância em grande parte dos novos edifícios e os a serem entregues em 2014 permanecerá alta por muito tempo prejudicando seriamente a rentabilidade dos proprietários.

 

Já o mercado corporativo, no qual estão os escritórios de médio e grande porte, muitos dos quais nas mãos de fundos de investimento profissionais, também apresentou um aumento de vacância devido ao aumento de empreendimentos prontos. Porém, neste caso a vacância tem alta correlação com a economia, caso o Brasil apresente crescimento (grande incerteza para 2014!) serão absorvidos rapidamente, caso contrário o movimento será mais lento.

 

É previsível que para 2014 algumas incorporadoras resolvam evitar tantos lançamentos, que os valores de locação sofram mais um ajuste e que os proprietários se tornem mais flexíveis nas negociações.

 

No universo corporativo, haverá renegociações de valores e mudanças de endereços, onde as empresas poderão instalar-se em edifícios mais modernos e melhor localizados por um custo muito similar ao atual.

 

2013 encerra com alta de 23,6% na venda de imóveis residenciais

Postado por admin em Análises, Blog | 24/02/2014 | Nenhum comentário em 2013 encerra com alta de 23,6% na venda de imóveis residenciais

 

Uma ótima notícia foi o resultado do mercado de lançamentos residenciais em São Paulo que surpreendeu até muitos profissionais imobiliários. Durante o ano de 2013, o Valor Geral de Vendas (VGV) comercializado aumentou 30,2% chegando em R$ 19,1 bilhões. Comparando com 2012, houve um crescimento na venda de unidades residenciais novas na cidade de São Paulo de 23,6% no ano passado, na comparação com 2012. Foram 33.139 unidades vendidas.

Em 2013, os lançamentos do segmento de um dormitório cresceram 92,9% na capital paulista, para 9.261 unidades, tornando-se a “bola da vez”, pelo menor valor total e por ser uma demanda reprimida de um arranjo familiar que cresceu muito. As vendas de imóveis com esse perfil subiram 99,7%, para 8.391 unidades.

Houve um aumento de 3% no total de lançamentos na Região Metropolitana de São Paulo, chegando em 58.143 unidades.

VGV 2013 x 2012 Lançamentos RMSP 2013 x 2012

A cidade de São Paulo participou com 56,8% dos lançamentos da Região Metropolitana, e 43,6% das vendas. Novembro de 2013 representou a retomada dos apartamentos de três dormitórios, tanto em volume de lançamentos quanto de vendas.

Levando em conta fatores como o estoque, as eleições, Copa do Mundo e a possível alteração do Plano Diretor Estratégico, o mercado imobiliário de São Paulo deve ter volumes de lançamentos e vendas mais modestos e eventual recuo de preços no ano de 2014.

Saiba mais:

http://www.secovi.com.br/noticias/vendas-de-imoveis-residenciais-novos-crescem-em-sao-paulo/7312/

 




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